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O Design Thinking tem seus primórdios em meados de 1919, onde um grupo na Alemanha criou um movimento artístico denominado Bauhaus, que colocava o ser humano no centro das discussões, utilizando-se primeiramente da empatia. Ao se colocar no lugar de seus semelhantes e sentindo suas dores, era possível desenvolver a melhor solução para um determinado problema ou dificuldade, nascendo assim essa metodologia, muito utilizadas hoje grandes empresas e cada vez mais presentes na criação de novos produtos e soluções. Entenda o que é o Design Thinking e como ele age nos diferentes setores profissionais e e até mesmo pessoais.

A forma de pensar dos designers é um pouco diferente, eles são criativos e práticos, buscando muitas vezes inúmeras saídas para uma determinada questão. Essa noção de forma de pensar dos designers teve sua origem por volta de 1969 no livro The Science of the artificial de Herbert A. Simon, sendo posteriormente popularizada por Rolf Faste, professor de Stanford e ainda mais difundida após o lançamento do livro Design Thinking, uma metodologia poderosa para decretar o fim das velha ideias, de Tim Brown, considerado por muitos o pai do Design Thinking. Mas o Design Thinking não é algo exclusivo (e nem deve ser) apenas dos profissionais de design. É interessante e até mesmo essencial que profissionais de várias áreas estejam presentes em uma sessão de Design Thinking.

O design Thinking é um conjunto de métodos, etapas e ações que são abordadas em busca da soluções e ações criativas, adotando um novo olhar sobre os padrões já estabelecidos, colocando o ser humano no centro do desenvolvimento de modo que, o resultado seja algo mais apropriado, uma vez que a necessidade humana é o ponto de partida e deve ser mantida até o final com clareza, oferecendo dessa forma o melhor produto ou ação esperados dentro de um mesmo contexto. Para que possamos entender um pouco mais sobre como isso funciona, podemos destrinchar o Design Thinking em alguns passos ou etapas que devem ser seguidos, elaborando e lapidando cada vez mais as ideias, seguindo o fluxo necessário para a obtenção de um resultado desejável.

1 – Empatia

Como já falamos (e acreditamos), a empatia deve ser o principal sentimento presente para que possamos nos colocar no lugar no próximo e sentir a sua real necessidade, é necessário entender profundamente a dificuldade alheia para que possamos buscar a melhor solução. É importante dizer também que tal dificuldade deve estar muito bem definida e clara para que possamos desenvolver ou buscar a melhor saída.

2 – Definição

Nesse ponto, derivando diretamente do primeiro passo, o problema precisar estar claro, é necessário que encontremos um alvo para que possamos manter o foco das ideias e propostas que serão colocadas à mesa pelos diversos profissionais presentes, todos com o mesmo objetivo e intenção, alinhados a um único ponto que farão com que a busca pelas soluções esteja sempre de acordo com o almejado.

3 – Ideação ou Brainstorm

Os diversos profissionais envolvidos no tema expõem suas ideias, é importante que não haja julgamento dessas ideias e ideias ousadas são inclusive bem-vindas.
Nesse ponto do processo de Design Thinking, utilizando-se de uma abordagem descontraída, essas ideias são colocadas em pauta, analisadas e discutidas, obtendo-se dessa forma várias perspectivas, enriquecendo e diversificando o projeto em questão com o objetivo de promover as mais variadas e criativas soluções que darão início a mais uma fase do fluxo do Design Thinking.

4 – Prototipação

Após as etapas anteriores, a criação ou solução já está mais madura e é esse o momento de tornar real tudo o que foi discutido, categorizado e elaborado desde então. Desde Sketches à projetos mais elaborados como maquetes, impressões 3D e até mesmo a fabricação ou desenvolvimento do produto em si, nessa fase podemos ver, tocar e até mesmo utilizar o produto ou solução desenvolvida, criando dessa forma uma interação real, sendo necessário agora novamente estar no lugar no cliente, analisar a usabilidade e facilidade do produto, realizando alterações ou atualizações necessárias para que o produto final esteja totalmente alinhado com o que foi proposto.

5 – Teste

Como fase final do processo de Design Thinking, é nesse momento que o produto entrará em contato com o público especificado, onde os usuários poderão interagir e descobrir a solução criada, fazendo uso em todos os aspectos em seu cotidiano e definindo a produção ou desenvolvimento em larga escala da solução.

Como você pode ver, o Design Thinking hoje é essencial em diversos campos do mercado, buscando as melhores soluções que serão essenciais para o o conforto de milhares pessoas, oferecendo facilidades ou inovações que podem fazer parte do nosso cotidiano e tornarem-se essenciais para nós. A introdução desse campo em empresas e instituições é de grande importância, pois traz uma nova abordagem para problemas e questões e obriga os envolvidos a estar sempre ao lado do seu semelhante, entendendo profundamente o problema como se fosse seu, buscando consequentemente ações e ideias que resultem em soluções inovadoras para quem as utilizar!

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